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Análise Comportamental Metamatrix®

Sobre o curso

A ferramenta de assessment METAMATRIX® foi concebida com a finalidade de proporcionar aos praticantes, estudiosos e simpatizantes da Programação Neurolinguística (PNL) uma possibilidade de aplicação de seus conteúdos em proveito do seu próprio desenvolvimento. Para tanto, foram selecionados dez metaprogramas, considerados usuais e relevantes no que se refere à análise das preferências comportamentais de um indivíduo.

Descrição

1. APRESENTAÇÃO

1.1. O que é?

A ferramenta de assessment METAMATRIX® foi concebida com a finalidade de proporcionar aos praticantes, estudiosos e simpatizantes da Programação Neurolinguística (PNL) uma possibilidade de aplicação de seus conteúdos em proveito do seu próprio desenvolvimento.

Para tanto, foram selecionados dez metaprogramas, considerados usuais e relevantes no que se refere à análise das preferências comportamentais de um indivíduo.

Ao interpretar este relatório, você estará dando passos expressivos na direção da identificação dos filtros que mais atuam em sua capacidade de perceber e significar o que se convencionou entender, genericamente, por realidade.

Sigmund Freud foi uma das pessoas na história da psicologia que se dedicou à tarefa de tentar definir os elementos que constroem a base da personalidade humana. Ele teve dois discípulos, inicialmente – Jung e Adler. A teoria dos Metaprogramas se percebe ricamente influenciada pelos estudos de Carl Jung, especificamente esboçados em seu livro “Tipos Psicológicos”, escrito em 1923.

Jung estava interessado em classificar as pessoas em grupamentos, para predizer suas personalidades e, a partir disto, prospectar seus comportamentos. O trabalho de Jung, mais tarde, teve continuidade com Isabel Briggs Myers, que o utilizou na criação do indicador de Tipo Briggs Myers. Tal indicador deu origem ao sistema de tipos psicológicos mais largamente empregado nos dias atuais, tanto em empresas quanto no governo americano.

Ambos tinham por objetivo descobrir quais elementos constroem a personalidade de uma pessoa. É interessante observar como o modelo de Jung e Myers se ajustava maravilhosamente bem aos preceitos da PNL. De fato, parece que o trabalho deles está inteiramente alinhado com o modelo de personalidade preconizado pela PNL.

Os metaprogramas foram originalmente desenvolvidos por Richard Bandler, um dos criadores da Programação Neurolinguística, e Leslie Cameron Bandler. Posteriormente, foram especialmente adaptados para serem utilizados na área empresarial por Roger Bailey, sob a denominação “Perfil da Linguagem e do Comportamento”.

Os metaprogramas constituem, em essência, um conjunto muito poderoso de distinções sobre os motivos pelos quais as pessoas interpretam informações de maneiras diferentes. Eles determinam como uma pessoa processa informações e forma percepções que governam o seu comportamento.

Em outras palavras, os metaprogramas compreendem os filtros internos que determinam no que nós prestamos atenção. Bem sabemos que, ao contrário da mente inconsciente, a mente consciente consegue prestar atenção em um número limitado de informações por vez. Assim, assimila algumas partes das ocorrências e tende a deduzir informações que complementem os fragmentos já internalizados. É exatamente por isso que recorremos a recursos como a deleção, distorção e generalização das informações, para acelerar o processo de entendimento e construção mental lógica do que percebemos.

Para ilustrar, convidamos você a pensar no seu cérebro como uma espécie de computador, que trabalha permanentemente processando informações. Ele absorve uma quantidade incrível de dados e os organiza para que façam sentido a um ser humano. É a partir desse sentido que as pessoas se ambientam e se orientam para fazer escolhas e tomar todo tipo de decisões, seja na forma de proceder ou até mesmo de conceber um estilo de vida.

Mas um computador não pode fazer nada sem os programas específicos. Esses programas codificam a linguagem que processa os fatos externos, estruturando-os sob a forma de dados, tornando-os perceptíveis para que possamos formar lógica e procurar atender nossas mais diversas necessidades, sejam elas sentimentais, psíquicas, físicas ou sociais.É por meio desses programas que formamos predileções para definir os aspectos que merecerão nossa atenção e os que deverão ser ignorados por nossa mente consciente. Assim, faremos com que as nossas experiências façam sentido e identificaremos as direções para as quais elas nos levam.

São essas percepções que proporcionam a capacidade de associar fatos e sensações semelhantes, permitindo-nos fazer prospecções se determinados eventos nos serão prazerosos, causarão dor, despertarão interesse ou parecerão perigosos, entre outros. Se para se comunicar com um computador você precisa entender o seu programa, podemos inferir que para se comunicar eficazmente com outro ser humano, você precisa entender os seus metaprogramas.

1.2. Para que serve?

Cada um de nós tem diferentes padrões de comportamento e todos temos padrões segundo os quais organizamos as nossas experiências para criar estes mesmos comportamentos. Através da compreensão dos nossos próprios padrões mentais e também os dos outros, podemos transmitir a nossa mensagem com mais eficiência, seja para tentar fazer com que uma pessoa compre alguma coisa ou que ouça a nossa declaração de amor eterno. Mesmo que as situações possam variar, existe um conjunto consistente de padrões que determina como as pessoas compreendem as coisas e organizam os seus pensamentos.

1.3. O que você vai encontrar nesse relatório? 

O relatório da ferramenta de assessment Metamatrix® está dividido em duas partes:

A primeira delas, chamada de Grupo 1, é constituída por um grupo de cinco metaprogramas, contendo onze polaridades, das quais você tomará consciência dos três que mais se destacam como filtros atuantes na estruturação de seu perfil comportamental.

A segunda parte, chamada de Grupo 2, contempla mais cinco metaprogramas, contendo dez polaridades. Desse grupo você também conhecerá outros três importantes filtros por intermédio dos quais percebe e significa os fatos à sua volta.

2. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS

2.1. Como interpretar os resultados? 

Antes de verificar o relatório propriamente dito, julgamos importante você considerar algumas observações:

– conhecer os metaprogramas de uma pessoa pode ajudar a predizer exatamente suas ações e reações; estas informações devem ser empregadas para qualificar sua comunicação, ampliar sua capacidade de compreensão e aumentar as suas possibilidades de bem influenciar;

– nós proporcionamos a você a oportunidade de identificar as categorias de metaprogramas advertindo que não existe um modelo certo de uma pessoa ser ou de filtrar informações; absolutamente não se trata de definir o que pode ser considerado certo ou errado; a arte está em reconhecer padrões comportamentais e identificar os contextos em que eles são assertivos ou não;

– à medida em que você for tomando contato com as informações, procure realizar pausas e lembrar de situações que possam evidenciar a atuação desses metaprogramas em passagens de sua vida; avalie se esses filtros auxiliaram ou prejudicaram alguma atividade; isso fará você se acostumar à noção de que os comportamentos, em geral, podem ser considerados funcionais ou disfuncionais, de acordo com a frequência, oportunidade e intensidade com que são empregados.

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