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Análise Comportamental DISC MAX®

Sobre o curso

O DISC MAX é um instrumento de medição comportamental que integra duas metodologias consagradas no mundo inteiro. Uma delas é a Metodologia DISC, desenvolvida por John Geier, em 1958, baseando-se nos estudos do Dr. Willian Moulton Marston (psicólogo americano). A segunda metodologia está relacionada a Teoria dos Tipos Psicológicos de Carl Jung, personalidade que dispensa apresentações, com acréscimo de uma quarta dimensão enxertada por Isabel Myers e Katharine Briggs.

Descrição

1. APRESENTAÇÃO

1.1. O que é?

O DISC MAX é um instrumento de medição comportamental que integra duas metodologias consagradas no mundo inteiro. Uma delas é a Metodologia DISC, desenvolvida por John Geier, em 1958, baseando-se nos estudos do Dr. Willian Moulton Marston (psicólogo americano).

A segunda metodologia está relacionada a Teoria dos Tipos Psicológicos de Carl Jung, personalidade que dispensa apresentações, com acréscimo de uma quarta dimensão enxertada por Isabel Myers e Katharine Briggs.

A escolha dessas duas metodologias que integram o DISC MAX não foi ao acaso, mas com o propósito de oferecer mais dados úteis sobre o sujeito que se submete à avaliação.

1.2. Para que serve?

A ferramenta tem o objetivo de mapeamento comportamental. Serve para podermos compreender como uma pessoa se comporta nas diversas situações que se apresentam no dia a dia.

É especialmente útil para o autodesenvolvimento pessoal, pois é uma forma de enxergarmos como funcionamos, sobretudo nossas potencialidades e disfuncionalidades. Além disso, é uma forma de tornar algo eminentemente subjetivo, como é o caso do comportamento humano, em algo mais objetivo, mais palpável.

De posse de dados mensuráveis sobre o comportamento de uma pessoa, mesmo que por aproximação, temos condições de elaborar um plano de desenvolvimento pessoal. Por essa razão que as ferramentas de avaliação comportamental são tão utilizadas pelas empresas.

Vale ressaltar que as ferramentas de avaliação comportamental têm suas limitações. Elas não se prestam a avaliar a personalidade na totalidade, mas nos fornecem dados relevantes sobre ela, oportunizando um ponto de ataque para processos de mudança e aumento de performance.

1.3. O que você vai encontrar nesse relatório?

Esse relatório é dividido em quatro seções bem definidas, sendo que cada uma dessas seções obedece a mesma estrutura.

A primeira parte da seção indica os três resultados mais expressivos, ou seja, os elementos com os maiores percentuais, trazendo, inclusive, a descrição de cada elemento.

Na segunda parte da seção vai aparecer uma tabela, contemplando todos os resultados, por percentual.

Na terceira parte, o relatório traz um gráfico de barras, que vai ilustrar o que foi apresentado na respectiva tabela.

Como foi dito, cada uma dessas seções apresenta elementos distintos, que quando cruzados podem oferecer inúmeras combinatórias, oportunizando a extração de um sem número de informações sobre o indivíduo.

Na primeira e segunda seções, o relatório contempla os resultados pertinentes à Metodologia DISC, indicando os percentuais absolutos dos traços (Traços da Dominância, da Influência, da Estabilidade e da Cautela) – 1ª Seção –, bem como os percentuais de risco de cada traço (Riscos da Dominância, da Influência, da Estabilidade e da Cautela) – 2ª Seção.

No que se refere aos percentuais absolutos, vale dizer que compõem o resultado percentual de todas as características de cada traço, sejam funcionais ou disfuncionais. Já no caso do dos percentuais por risco do traço, devemos ter em mente que o resultado representa apenas o cômputo das características disfuncionais.

Essa separação entre os valores absolutos dos traços e os seus respectivos riscos é de especial importância, de modo que nos oferece a possibilidade de visualizar exatamente aonde podem estar presentes as disfuncionalidades do sujeito, manifestas em forma de pensamentos automáticos, crenças limitantes, emoções descompassadas, comportamentos contraproducentes e tomadas de decisões equivocadas.

A Metodologia DISC foi desenvolvida baseada em quatro dimensões que, em última análise, vão resultar em quatro estilos de comportamento. Essas dimensões se desenvolvem ao longo de dois eixos, formando quadrantes.

No Eixo Horizontal, temos duas tendências comportamentais opostas norteadoras, a saber: uma tendência mais questionadora e, de outro lado, uma tendência mais receptiva.

No Eixo Vertical, vamos encontrar outras duas tendências opostas norteadoras: uma tendência comportamental mais ativa e, de outro lado, uma tendência que aponta para uma postura reflexiva.

Para entender o “DISC” basta identificarmos os quadrantes que se originam do cruzamento dessas características opostas apresentadas. Veja abaixo como nascem cada perfil:

Questionador e Ativo = Traço D (Traço da Dominância);
Receptivo e Ativo = Traço I (Traço da Influência);
Receptivo e Reflexivo = Traço S (Traço da Estabilidade);
Questionador e Reflexivo = Traço C (Traço da Cautela).

Na terceira e quarta seções, o relatório contempla os resultados pertinentes à Metodologia dos Tipos Psicológicos de Carl Jung, somado às contribuições de Isabel Myers e Katharine Briggs, indicando percentuais absolutos dos traços de quatro dimensões (Energia, Percepção, Decisão e Atitude).

A Primeira Dimensão (ENERGIA) refere-se de onde retiramos nossa energia: do mundo externo ou do nosso mundo interior.

A Segunda Dimensão (PERCEPÇÃO), diz respeito a forma como assimilamos informações do meio em que vivemos.

A Terceira Dimensão (DECISÃO), informa de que forma preferencial tomamos nossas decisões, sejam elas baseadas na razão ou no sentimento.

E, por último, a Quarta Dimensão (ATITUDE), que tem a ver com as atitudes perante à realidade.

Cada uma dessas dimensões, possui duas características situadas em polos distintos, a saber:

Extrovertido (E) Vs. Introvertido (I);
Percepção orientada pela sensação (Se) Vs. Percepção orientada pela intuição (In);
Decisão orientada pelo pensamento (P) Vs. Decisão orientada pelo sentimento (S); e
Tipo julgamento (J) Vs. Tipo percepção (Pe).

2. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS

2.1. Como interpretar os resultados?

Para uma melhor interpretação dos resultados é recomendado que você procure um analista certificado, pois além desse profissional conseguir extrair um maior número de informações relevantes sobre o seu relatório, têm condições de identificar quais traços possam estar restringindo ou impedindo o seu progresso em áreas específicas da sua vida.

De qualquer forma, se não for possível a contratação de um analista certificado, procure estudar sobre as duas metodologias apresentadas, de sorte a compreendê-las além da superfície.

O que é preciso atentar é sobre as influências que estamos sujeitos, seja pelo nosso momento histórico, papel existencial e circunstâncias, além de outros influxos advindos do meio que nos cerca.

A personalidade, em linhas gerais, não se altera, pois é composta pelo nosso temperamento, herdado geneticamente; por nossos esquemas desadaptativos, produto das nossas reações diante de necessidades não atendidas pelos nossos cuidadores, na infância; assim como pelas crenças que vão se depositando ao longo da vida. O que é possível fazer é modular a personalidade e quebrar os padrões disfuncionais.

A melhor forma de fazer isso é procurar entender e modificar esses padrões disfuncionais que geram pensamentos, emoções e comportamentos autoderrotistas e, por sua vez, contraproducentes. Para tal é interessante a ajuda de um profissional capacitado para esse trabalho de desenvolvimento pessoal.

2.2. Como posso me beneficiar desse relatório?

A forma mais direta de haver algum benefício sobre os resultados apresentados nesse relatório tem a relação com a autopercepção. O que você pode fazer é identificar as suas lacunas comportamentais e investigar onde elas impactam na sua vida pessoal e profissional. Sem dúvida nenhuma esse é o ponto de partida para um processo de mudança.

A segunda etapa, por assim dizer, é a criação de um plano de trabalho de reforma íntima, no sentido de reduzir pouco a pouco as consequências dos seus traços disfuncionais na sua relação intra-psíquica e inter-psíquica. É um trabalho para uma vida inteira, suavizado, sem dúvida nenhuma, por meio de um suporte terapêutico.

Sobre o instrutor

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